VIAJAR É PRECISO
VIAJAR É PRECISO
"Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio pra desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores ou doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos e simplesmente ir ver."
"Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio pra desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores ou doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos e simplesmente ir ver."
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3 de março de 2010
28 de fevereiro de 2010
Mochilão por Praga!
Praga, a "Pérola do oriente", ou "Cidade das cem cúpulas", é uma das cidades mais belas da Europa. Foi mantida fora do alcance de turistas ocidentais por 40 anos de comunismo.
Cidade de Mozart, Praga é um verdadeiro catálogo de estilos arquitetônicos: barroco, rococó, gótico e renascentista, um ao lado do outro!
Há paisagens fantásticas, principalmente à beira do Rio Vltava, onde se vê o casario medieval misturado com art noveau, suas pontes, uma delas do século XII, e ao fundo a colina com seu o castelo no alto, com sua supreendente catedral gótica. Outra paisagem fantástica é a praça central Staromestro, com ruas medievais e torres góticas. Na praça central, podemos ver construções renacentistas, uma basilica barroca e um palacio em estilo Rococó. Por toda parte há vielas medievais, e tirando os anúncios das lojas, parece que você voltou no tempo. A cidade é muito limpa, mesmo com a neve de vários dias acumulada nas esquinas. Sem falar que a cidade é muito bem organizada e o transporte publico é eficiente e limpo (elétrico).
A língua Tcheca é bem complicada, mas você consegue entender algumas palavras chave em pouco tempo. Os tchecos, ao contrário dos Franceses, comem bastante. A comida é muito boa, tudo leva batata. Achamos um restaurante muito bom e barato em Praga 3 e jantamos lá todas as noites. Compramos uma bebida local, o absinto (75% de graduação), ruim que só ele! Era a bebida preferida de Van Gogh. Agora da pra entender melhor as loucuras do Van Gogh. Pela cidade, há vários monumentos dedicados aos estudantes que morreram para derrubar o comunismo. Um deles se matou colocando fogo no próprio corpo na praça central em frente ao parlamento. Recomendo a todo comunista brasileiro visitar um pais ex-comunista e ver o atraso que foi esse regime, pregando uma falsa igualdade, que na verdade nivela a sociedade por baixo e transforma todos em escravos. E manteve-se tantos anos pela força das armas, porque se tem uma coisa que comunista adora eh exercito, arma e panfleto. Qualquer semelhança é mera coincidência....?
A língua Tcheca é bem complicada, mas você consegue entender algumas palavras chave em pouco tempo. Os tchecos, ao contrário dos Franceses, comem bastante. A comida é muito boa, tudo leva batata. Achamos um restaurante muito bom e barato em Praga 3 e jantamos lá todas as noites. Compramos uma bebida local, o absinto (75% de graduação), ruim que só ele! Era a bebida preferida de Van Gogh. Agora da pra entender melhor as loucuras do Van Gogh. Pela cidade, há vários monumentos dedicados aos estudantes que morreram para derrubar o comunismo. Um deles se matou colocando fogo no próprio corpo na praça central em frente ao parlamento. Recomendo a todo comunista brasileiro visitar um pais ex-comunista e ver o atraso que foi esse regime, pregando uma falsa igualdade, que na verdade nivela a sociedade por baixo e transforma todos em escravos. E manteve-se tantos anos pela força das armas, porque se tem uma coisa que comunista adora eh exercito, arma e panfleto. Qualquer semelhança é mera coincidência....?
Não deixe de provar o cachorro quente vendido na Praça Wenceslau, é maravilhoso! E cuidado com a mostarda! Num dos lados da praça fica o Museu nacional, com sua monumental escadaria. Em frente ao museu há uma estátua de São Venceslau, de 1912. Também vale visitar, ainda na praça, o Hotel Europa, de 1906, em estilo Art Nouveau,e a Igreja de Nossa Senhora das Neves, com sua torre do século XIV em estilo gótico.
Para quem prefere economizar numa refeição, há um minimercado ao longo dessa mesma praça onde se vende pequenas bruschetas, no valor de 0,50 euros, mais ou menos. São uma delícia, e pode-se encontrar alguns com várias iguarias, inclusive salmão e caviar. O minimercado se chama
Outra dica é o Hotel Vitkov, que fica em Praga 3. Não é uma região turística, por isso o preço é mais baixo, mas as acomodações são muito boas e o trem passa na frente, em direção ao centro da cidade. São 15 minutos até o centro, e o legal é que pode-se conhecer uma parte da cidade que é mais dos tchecos. Endereço do Hotel: Konevova 114. Do Ruzyne Airport, pegue ônibus O 9801 em direção a Masarykovo. Em Mazarykovo, pegue o tram 9, e desça em Biskupcova.
Há um restaurante que fica perto desse Hotel, a Pizzeria Pavaon. Se você não fizer questão de fazer uma refeição tcheca, aproveite e conheça esse pequeno restaurante italiano, com preços ótimos, bem servido e comida deliciosa! E vá sem medo, pois mesmo sendo em Praga, os pratos italianos são muito bem preparados. Fica na Rua Biscupkova, uma quadra do Hotel Vitkov.
Se preferir um restaurante/bar mais no centro da cidade, sugiro o Kavárna Slavia, que fica na beira do rio, ao lado do teatro. Não cheguei a entrar nesse bar, mas passei na frente e achei muito legal. Os preços são mais ou menos...
Se você gosta de ir a supermercados (como eu!!), vá ao Tesco, fica na Rua Národní, bem no centro.
Pra quem gosta de maquiagem, a melhor opção é visitar a Sephora. Na esquina da Wenceslas Square com a Rua Jindriská, e em cima fica a H&M, uma grande loja varejista que tem em várias cidades européias.
Atrações!
Caminhar é a melhor forma de conhecer a cidade, percorrendo suas antigas ruelas e praças históricas. Há também metrô, ônibus e tram, que são integrados e valem para todos os transportes. Compre o bilhete nas máquinas que ficam na rua. O trajeto pode ser de 20 minutos até o Tourist ticket (1, 3 ou 5 dias). Valida-se o bilhete antes de entrar no metrôou nas máquinas dentro do tram.
Hradcany - é a região do castelo, uma das mais bonitas da cidade. Para chegar lá, pegue o tram 22, 23 ou 9.O castelo tem ao todo 45 hectares, com igrejas, jardins, ruas, pátios, menos um castelo! Fundado no século 9, era a residência de príncipes e reis da Boêmia, e hoje é a residência do presidente. Há troca de guarda diariamente, e tem acesso livre, se paga apenas para visitar as atrações internas. O ticket mais barato custa 250 Kc, e pode-se visitar a Basílica de St. George, Old Royal Palace e Golden lane.
Se preferir um restaurante/bar mais no centro da cidade, sugiro o Kavárna Slavia, que fica na beira do rio, ao lado do teatro. Não cheguei a entrar nesse bar, mas passei na frente e achei muito legal. Os preços são mais ou menos...
Se você gosta de ir a supermercados (como eu!!), vá ao Tesco, fica na Rua Národní, bem no centro.
Pra quem gosta de maquiagem, a melhor opção é visitar a Sephora. Na esquina da Wenceslas Square com a Rua Jindriská, e em cima fica a H&M, uma grande loja varejista que tem em várias cidades européias.
Atrações!
Caminhar é a melhor forma de conhecer a cidade, percorrendo suas antigas ruelas e praças históricas. Há também metrô, ônibus e tram, que são integrados e valem para todos os transportes. Compre o bilhete nas máquinas que ficam na rua. O trajeto pode ser de 20 minutos até o Tourist ticket (1, 3 ou 5 dias). Valida-se o bilhete antes de entrar no metrôou nas máquinas dentro do tram.
Visite o Staré Mesto, a cidade velha, e não deixe de ir ao antigo cemitério judaico. Praga é dividida em regiões, que eram cidades independentes no passado: Hradcany, a região do castelo; Malá Strana, a cidade baixa; Staré Mesto, a cidade velha, e a Nové Mesto, cidade nova.
Staré Mesto: Na cidade velha, a praça da república (Staromestské Námestí) é o ponto de partida, é rodeada de igrejas e casas seculares, onde aconteceram vários acontecimentos históricos. Foi declarada patrimônio Cultural da UNESCO. A prefeitura antiga (Staromestské Radnice), em estilo gótico, é onde encontra-se o relógio astronômico. No térreo há um posto de informações turísticas. Para subir a torre do relógio (70 m) paga-se 70Kc e se tem uma linda vista da cidade. Mas a atração principal nessa praça é o relógio astronômico, de 1410. Mostra a hora, dia, mês, posição da terra e lua, fase, e estação do ano (não achei quase nenhuma delas...rsrss).
Teatro Nacional- símbolo do renascimento cultural tcheco, e sua construção começou em 1868, com projeto do arquiteto Josef Zítek. O teto do auditório é lindo, com alegorias de diversas artes. O teto do teatro é de um azul celeste cheio de estrelas, e simboliza o ponto máximo que os artistas querem alcançar.
Karluv Most (Charles Bridge)- foi construída em 1357, tem 515 m de comprimento e 10 m de largura, e nela há 30 esculturas de santos em suas laterais, instaladas entre 1683 e 1928. A estátua mais antiga é a de São João, e a lenda diz que, quando tocada, promete dar boa sorte! Carlos IV mandou construí-la após a Ponte Judite ser destruída pela enchente. No lado da Malá Straná há duas torres, a menor é remanescente da Ponte Judite, de 1188. A mais alta é de 1464 e oferece uma bola vista da cidade.
Na ponte reúnem-se pintores, músicos, ambulantes, é super movimentada e vale a pena passar lá de dia ou de noite!
Museu do Comunismo: Na rua Príkope, 10, primeiro andar. É um museu criado em 2002, com fotos, documentos, pôsters e objetos da época do comunismo da época da Tchecoslováquia. Aborda temas como a arte da época (realismo socialista), propaganda, Exército, história. O mais engraçado é que fica ao lado (junto) ao Mac Donalds, e a entrada não é cara: 140Kc.
Obs: A Tchecoslováquia (lembram das aulas de Estudos Sociais?) nasceu no fim da 1ª guerra, devido à semelhanças culturais e idiomáticas entre tchecos e eslovacos. Com o avanço do nazismo alemão, o governo (até então democrático) acabou sendo tomado (manipulado) por Hitler. Com o término da 2ª guerra, o país passou para o domínio soviético. Durante a década de 60, intelectuais do país lutavam por uma liberalização da política de esquerda, pregavam um "socialismo de face humana", que na verdade era contrário ao socialismo soviético, e houve uma reação pesada em cima desses intelectuais. Em 68, tanques soviéticos invadiram Praga e acabaram com esse sonho de autogovernança. Esse epidódio ficou conhecido como Primavera de Praga e vieram mais 30 anos de autoritarismo. Apenas com a queda do Muro de Berlim e o colapso da URSS, em 1989, trouxeram uma desejada autonomia, com posterior transição política e a deposição do governo comunista. Essa transição, pelo fato de ter sido pacífica, ficou conhecida como a Revolução de Veludo. Em 1992, uma leve pressão dos eslovacos fez com que a Tchecoslováquia se separasse, surgindo a República Tcheca e a Eslováquia.
Hradcany - é a região do castelo, uma das mais bonitas da cidade. Para chegar lá, pegue o tram 22, 23 ou 9.O castelo tem ao todo 45 hectares, com igrejas, jardins, ruas, pátios, menos um castelo! Fundado no século 9, era a residência de príncipes e reis da Boêmia, e hoje é a residência do presidente. Há troca de guarda diariamente, e tem acesso livre, se paga apenas para visitar as atrações internas. O ticket mais barato custa 250 Kc, e pode-se visitar a Basílica de St. George, Old Royal Palace e Golden lane.
A Katedrála Sv Víta (St. Vitus Cathedral) fica logo após a entrada para o castelo, trata-se de uma igreja gótica fundada em 1344 e finalizada em 1929 (!!!) Sua torre tem 100 metros de altura e 287 degraus. Dentro, pode-se ver as tumbas de alguns reis e príncipes tchecos. O primeiro arquiteto encarregado da obra foi o francês Mathieu de Arras. Após sua morte, Peter Parler assumiu o posto e concluiu a parte leste do prédio. Na Capela há relíquias e jóias da Coroa da Boêmia. O túmulo do "bom rei" Venceslau fica na Capela de São Venceslau, decorada com afrescos góticos. Há também um grande memorial a São Nepomuceno, de prata.
Starý Královský Palác (Old Royal Palace)- construído sob um palácio romano no século IX, refeito nos estilos gótico e renascentista, até passar por um incêndio em 1541. A atual construção é da metade do século XVIII e nele há dezenas de salas. Uma das principais é o salão Vladislau, gótico, onde os reis eram coroados. A escadaria dos Cavaleiros, que começa nnum dos cantos do salão, possui largos degraus e o teto com formas de ogivas. Essa escada permitia que os Cavaleiros chegassem ao salão montados em seus cavalos.
Prasná Brána (Powder Tower)- é a Torre da Pólvora, que fica do lado esquerdo da Catedral. Pode-se entrar e ver as exposições sobre a defesa do Castelo. Era usada para armazenar a pólvora e para a fundição de sinos.
ZSlatá Ulicka (Golden lane)- É a Viela Dourada, uma ruazinha logo na descida do castelo, onde os trabalhadores do castelo moravam no século XVI. O segundo andar das casas é aberto, ligando uma à outra, e hoje a maioria são lojas de souvenirs. A casa número 22 foi onde Kafka viveu e escreveu entre 1916 e 1917. Durante o século XIX a área se deteriorou e foi ocupada pela população pobre da cidade, apenas os anos de 1950 ela foi reformada e transformaram suas casas em livrarias e lojas de cristais.
Obs: KAFKA (Franz Kafka) foi o mais famoso escritor da República Tcheca, mas só obteve esse reconhecido depois de morto. No leito de morte, pediu a um amigo que queimasse todos os seus escritos , mas este fez o contrário e hote suas obras fazem parte da biblioteca de clássicos da literatura mundial. A leitura de sua obra Metamorfose é difícil e estranha, na minha opinião, pois ele narra fatos quase que surreais que dificilmente passariam pela nossa imaginação. Sua literatura é cheia de dor, feita para não ser bonita.
Malá Strana- A cidade baixa é a parte menos afetada pelas transformações históricas da cidade. O bairro tem explêndidas igrejas, palácios barrocos e antigas casas com símbolos na porta. Pode-se começar a percorrer a região pela Malostranské Námestí, (praça) onde fica a igreja de St Nicholas (Chrám Sv. Mikuláse). Costuma haver concertos no local, geralmente as 18 horas.
Franz Kafka Museum- o Museu de Kafka fica na rua Hergetova Cihelná, numero 2 e conta a vida e obra do autor. A entrada custa 120 Kc.
Nové Mesto- é a cidade nova. Lá fica a Casa Dançante (Tancící dum), um prédio construído em 1996 e que parece estar dançando, obra do arquiteto Frank Gehry e Vlado Milunic, arquiteto esloveno.
Bairro judeu- na idade média, os judeus viviam em uma espécie de gueto, com leis opressoras e no século XVI eles eram obrigados a usar um aírculo amarelo ans roupas. Em 1784, a discriminação ficou amis branda e o bairro recebeu o nome de Josefov (homenagem a José II, que ajudou a diminuir a discriminação). Hoje, pode-se visitar o velho cemitério e a prefeitura, além da sinagoga (Sinagoga Staronová), a mais antiga da Europa.
26 de fevereiro de 2010
Mochilão por Amsterdam!
Amsterdam é sempre fascinante. Independente do que se pensa sobre a liberdade instalada na cidade, que de certa forma, é uma liberdade bem organizada, é um cidade muito bonita e com muita historia, arquitetura medieval e extremamente contemporânea.
Não somente isso, é uma cidade de extremos, tem uma quantidade gigantesca de cultura com dezenas de museus e ao mesmo tempo reune o mais vulgar relacionado a sexo. O distrito das luzes vermelhas, próximo à praça central, é muito frequentado à noite, com coffeshops vendendo maconha, inúmeras lojas de artigos eróticos, cabarés, shows de sexo e as famosas prostitutas que ficam se oferecendo seminuas nas janelas em plena rua. Nos coffeshops você pode comprar e consumir maconha do mundo todo, mas se pedir uma cerveja será repreendido pela garçonete, pois não é permitido o consumo de bebidas alcoólicas nesses lugares. Amsterdam é famosa por seus canais, que realmente sao belissimos! Fizemos a viagem acompanhados de nosso amigo Michael, como sempre, foi muito engraçado! Durante a viagem vimos os lindos campos da Holanda, com seus rios acima do nivel dos campos, suas inúmeras usinas de energia heolica e seus moinhos que ate hoje ajudam a drenar o terreno pantanoso. Os museus são impressionantes, (você vê obras que só conhecia dos livros e da TV), estão sempre muito lotados. Alias, por tudo isso Amsterdam é uma fábrica de fazer dinheiro, que recebe milhões de turistas anualmente. Andamos muito e passamos muito frio, pois estava tudo congelado.
O Hotel que ficamos era incrível, não imaginava como seria um Hotel Design, e finalmente conheci. De arquitetura super diferente, seus móveis, objetos e tudo mais são uma verdadeira exposição de arte, com produtos de designers locais e diferente de tudo que já vi. Vale a pena! Dutch Design Hotel Artemis. Endereço: John M. Keynesplein 2
Recomendo visitar a Casa de Anne Frank, e se possível, leia o livro antes de ir até o Museu. Trata-se da casa onde a família Frank viveu durante a perseguição dos judeus pelos nazistas na Holanda. O museu está aberto para visitação e existem alguns trechos do seu diário (que deu origem ao livro) escritos pela casa.
Confesso a vocês que me emocionei, e imagino o quanto Otto Frank, pai de Anne Frank, emocionou-se quando voltou ao local após a guerra como o único sobrevivente do grupo que ali se escondera por dois anos! Foi nessa visita que lhe entregaram o diário de sua filha Anne, encontrado na confusão em que ficara o lugar após terem sido descobertos.
Confesso a vocês que me emocionei, e imagino o quanto Otto Frank, pai de Anne Frank, emocionou-se quando voltou ao local após a guerra como o único sobrevivente do grupo que ali se escondera por dois anos! Foi nessa visita que lhe entregaram o diário de sua filha Anne, encontrado na confusão em que ficara o lugar após terem sido descobertos.
O Museu Van Gogh também é uma dica, achei interessantíssimo! Nesse dia vimos obras como Os comedores de batatas, Autorretrato, Girassóis. Não pudemos ver a obra Starry Night, Quarto em Arles, nem O Grito, todas estavam em outro museu.
18 de fevereiro de 2010
Mochilão por Firenze!
Firenze ou Florença! Ontem pegamos o avião para Bologna, e de lá fomos de carro até Cesena, onde estão a Aline e o Davi, amigos nossos de Floripa que estão estudando na Itália. Muuuuito legal o caminho, as auto-estradas são excepcionais, e o pedágio é engraçado, porque a gente pega o biglieto numa máquina quando entra na estrada e quando sai, paga para a máquina o proporcional a quanto se andou.
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6 de fevereiro de 2010
Mochilão por Bruxelas!
Conhecemos Bruxelas em 2006, e confesso que adoro essa cidade! Se pudesse escolher um lugar para morar, sem dúvida nenhuma seria aqui. Pequena mas cheia de novidades, pessoas de vários lugares, duas línguas oficias (embora ouve-se vários idiomas pelas ruas). Bruxelas é onde há, segundo Victor Hugo, a praça mais bonita do mundo, o Grand Place. Onde há os Gaufres e as melhores cervejas (mais de 400 marcas). Há tanta informação sobre Bruxelas que não caberia nesse pequeno espaço. Amo essa cidade, sinto-me como se fosse daqui e sempre que puder, estarei de volta. Aqui ficamos na casa do Michael, nosso grande amigo.
Em Bruxelas recomendo alguns pubs que ficam na região de Schuman, onde fica a União Européia. O Old Oak Pub é um deles, e há alguns muito legais, também nessa mesma região, The Hairy Canary (obrigado Kevin e Ana!), na Rue Archiméde. Neste pub conhecemos nossos amigos Ana e Kevin, foi um encontro muito engraçado, estávamos acompanhados do Jerko, e na saída do Old Oak, por coincidência, encontramos uma brasileira na rua, que nos convidou pra tomar uma cerveja. Achei aquilo meio estranho, ela era estranha... mas o Jerko se empolgou e fomos no pub. Chegando lá, ela mesma arrumou uma mesa pra sentarmos, junto a um casal. Achamos que eles já se conheciam, a brasileira e este casal, mas que nada! Ela era cara de pau mesmo, e sentamos ali meio sem jeito.. acabamos conversando e fazendo amizade, pois a Ana é portuguesa, e o Kevin também fala português. Foi muito divertido, porém acabamos percebendo que a tal brasileira era doida! Ela começou a invocar com todos porque ela queria atenção 100% do tempo, e como a conversa estava legal, ela ficava meio de lado... dizia que era espiã do governo brasileiro, que estava lá pra saber o que os brasileiros pensavam de Bruxelas! Nossa, se eu tivesse bebido um pouquinho mais, teria pedido pra ela me arrumar esse emprego, seria meu sonho trabalhar em Bruxelas, legalizada, só indo aos pubs à noite pra conversar com o pessoal, imagina!! O MELHOR EMPREGO DO MUNDO, deixa no chão o emprego daquele australiano na ilha!
Em Bruxelas sempre acontecem coisas malucas com a gente, mas o melhor dessa viagem com certeza foi essa noite, que, aliás, foi nossa última noite por lá.
Viajar pela Bélgica é muito fácil, pois as distâncias são pequenas entre as cidades, há várias opções de trens e as autoestradas são excelentes. A comunidade holandesa é amior que a francesa, por isso o flamengo (ou flamenco, como dizem) é uma das línguas oficiais. Porém, em Bruxelas ouve-se mais francês do que o flamenco, assim como o inglês, que hoje já é considerada a 3ª língua oficial.
A Embaixada Brasileira, para quem precisar, fica na Av. Louise, 350, uma das mais bonitas avenidas da cidade.
Alimentação: a Bélgica tem grande influência da cozinha francesa. Come-se muito frutos do mar, e o Moules (mexilhões) é um dos pratos principais, servido com Frites (batata frita). Os belgas dizem ser os inventores da batata frita, e há barraquinhas de frites por toda a cidade, servidas em cones de papel, com maionese (ou sem). Até pra quem não é um grande apreciador (como eu), vale a pena, são gostosíssimas!
Também recomendo comer Waffles ou Gaufres, você saberá estar chegando perto de uma barraquinha quando sentir aquele cheirinho.... Há barraquinhas por toda parte, e pode-se pedir com ou sem chocolate, com vários tipos de cobertura, ou apenas com açúcar e canela. Sugiro tomar um cafezinho junto, uma delícia!
importantíssimo também é provar o chocolate belga, pra mim o melhor do mundo! Não há comparação com o suíço (e não façla essa comparação, pois eles detestam!). Mais encorpados e mais densos, pode-se encontrar chocolate puro ou até mesmo com framboesa, café, capuchino. Uma delícia... o Côte d'Or é meu preferido, mas há marcas mais baratinhas também ótimas. Minha sugestão é comprar no supermercado, sai muito mais barato e não perde nada para as chocolaterias da cidade. Claro que entrar em uma chocolateria é um charme, ainda mais quando há degustação! A Godiva e a Neuhaus são as duas mais famosas do país. Mas garanto que no supermercado você encontrará várias opções e com preços bem mais em conta! E aproveite a visita ao supermercado (eu amo ir ao supermercado!) e compre cerveja belga, uma especialidade e tanto do país. Há várias opções, são mais de 400 marcas, e de vários tipos e confrarias (vale dar uma olhada no infográfico da Superinteressante, que explica a origem dos vários sabores de cerveja). Aliás, a cerveja é mais barata que a água. Que tal uma Leffe framboesa no café da manhã?
Viajar pela Bélgica é muito fácil, pois as distâncias são pequenas entre as cidades, há várias opções de trens e as autoestradas são excelentes. A comunidade holandesa é amior que a francesa, por isso o flamengo (ou flamenco, como dizem) é uma das línguas oficiais. Porém, em Bruxelas ouve-se mais francês do que o flamenco, assim como o inglês, que hoje já é considerada a 3ª língua oficial.
A Embaixada Brasileira, para quem precisar, fica na Av. Louise, 350, uma das mais bonitas avenidas da cidade.
Alimentação: a Bélgica tem grande influência da cozinha francesa. Come-se muito frutos do mar, e o Moules (mexilhões) é um dos pratos principais, servido com Frites (batata frita). Os belgas dizem ser os inventores da batata frita, e há barraquinhas de frites por toda a cidade, servidas em cones de papel, com maionese (ou sem). Até pra quem não é um grande apreciador (como eu), vale a pena, são gostosíssimas!
Também recomendo comer Waffles ou Gaufres, você saberá estar chegando perto de uma barraquinha quando sentir aquele cheirinho.... Há barraquinhas por toda parte, e pode-se pedir com ou sem chocolate, com vários tipos de cobertura, ou apenas com açúcar e canela. Sugiro tomar um cafezinho junto, uma delícia!
importantíssimo também é provar o chocolate belga, pra mim o melhor do mundo! Não há comparação com o suíço (e não façla essa comparação, pois eles detestam!). Mais encorpados e mais densos, pode-se encontrar chocolate puro ou até mesmo com framboesa, café, capuchino. Uma delícia... o Côte d'Or é meu preferido, mas há marcas mais baratinhas também ótimas. Minha sugestão é comprar no supermercado, sai muito mais barato e não perde nada para as chocolaterias da cidade. Claro que entrar em uma chocolateria é um charme, ainda mais quando há degustação! A Godiva e a Neuhaus são as duas mais famosas do país. Mas garanto que no supermercado você encontrará várias opções e com preços bem mais em conta! E aproveite a visita ao supermercado (eu amo ir ao supermercado!) e compre cerveja belga, uma especialidade e tanto do país. Há várias opções, são mais de 400 marcas, e de vários tipos e confrarias (vale dar uma olhada no infográfico da Superinteressante, que explica a origem dos vários sabores de cerveja). Aliás, a cerveja é mais barata que a água. Que tal uma Leffe framboesa no café da manhã?
Amor ou ódio:
Nem todos apaixonam-se por Bruxelas (como eu!). Alguns dizem que o Atomium e o Manneken pis são duas decepções, mas garanto que o Grand Place à noite é fantástico, com seu jogo de luzes, cores e sons, especialmente no Natal. Alugue uma bicicleta e aproveite a cidade!
6 de fevereiro de 2008
Mochilão por Roma!
A primeira vez que estive em Roma foi muito emocionante, quando vi o Coliseu caiu a ficha: eu estudei bastante história e havia visto tudo aquilo nos livros. E agora estava lá, dentro do Fórum Romano! Aprendemos uma coisa, que nada na vida é eterno. Pode-se notar isso quando se vai à Roma. A cidade é um pedaço grande da história, tudo ali gira em torno de poder e de conquistas daquilo que achava-se que seria eterno. Mas acabou, e ficaram só as ruínas. Roma é uma grande lição para as nações.
Andar em Roma é uma mistura de sentimentos e aromas. Ora você se sente voltando ao passado, ora você se sente instigado a uma boa refeição, una bella pasta, una bella pizza (ao lado da estação Roma Termini tem várias lojinhas de pizza). Nos hospedamos num bairro longe da parte histórica, onde aconteceram as Olimpíadas (não lembro o ano!). Também passeamos pelo Vaticano, mas naquele dia o Papa não nos deu o seu ar da graça! Visitamos os mausoléus dos papas, incluindo João Paulo II.
Caminhamos muito, muito mesmo! Pra conhecer Roma, caminhar é a melhor opção. Cada esquina é uma click, um pedacinho da história. Da segunda vez que fui pra lá entrei dentro do Coliseu. É preciso ter um tempo pra fazer isso, pois é uma visita que demora um pouco, mas vale a pena. Ah, um fato engraçado foi termos visto um italiano caminhando pela rua com seu porco de estimação, preso na coleira. Acreditem!! Tinha que ser na Itália!!
Napoli foi uma visita à parte, feita em 2006, quando fomos pra Roma a primeira vez. Fui porque minha vó diz que é a cidade do meu tataravô, então fui lá conhecer a cidade do famoso Guerino! E vou ter que concordar com tudo que já li a respeito de Napoli: é um caos, uma baderna, uma barulho! Uma loucura! Tudo que vocês puderem imaginar de errado, aconteceu conosco em Napoli. No final, resolvemos, mas foi cansativo e aproveitamos pouco a visita. Pretendo voltar lá um dia pra tirar essa impressão, afinal, é a terra dos meus antepassados!
A partir de Napoli é possível conhecer a ilha de Capri, ou então ir até a Costa Amalfitana. Para a primeira opção, pega-se um barco na praça da República, de onde saem todos os barcos que fazem o trajeto até Capri. Já para ir à Costa Amalfitana, é preciso pegar um ônibus e ir Positano, ou Amalfi, ou qualquer das cidades que ficam na Costa. Se quiser, pode também ir de ônibus ate Sorrento e lá alugar um carro de ir até a Costa. Veja mais sobre Napoli na postagem Napoli!
2 de fevereiro de 2008
Mochilão por Dublin!
Dublin pra mim é mais que U2 (é olha que só o fato de lembrar U2 já é um tanto emocionante!). Dublin é a terra da Guiness, é um dos lugares mais legais que ja fomos, definitivamente, pena que foram só dois dias! Claro que o show do James Blunt ajudou muito, porque ficamos bem na frente do palco, há 2 metros dele!!! Um cantor lindo numa cidade linda, hehe!
O nosso principal passeio em Dublin foi na Fábrica da Guiness, onde ficamos quase duas horas passeando pela fabrica, onde se pode ver todo o processo de produção da cerveja. Depois fomos até a degustação... ainda bem que tem vários banheiros pelos corredores! Também ganhamos nosso diploma de apreciadores da Guiness, com foto e tudo! A Guiness Brewery fica na Market Street, fica aberta das 09:30 até as 17:00 h.
Para os que preferem o uísque, visite a Old Jameson Distillery, destilaria do famoso uísque Old Jameson. O tour dura uma hora, e no final há uma pequena degustação. Endereço: Bow Street (Ver no Google Maps).
Depois disso, fizemos um city tour pela cidade pois não teríamos tempo de andar a pé naquele dia... uma pena porque os lugares sao lindos.. e antiguissinos! Tirei uma fotinho ao lado da estátua do James Joyce, o famoso escritor irlandês. Embora ele tenha vivido fora da Irlanda a maior parte da vida, suas experiências irlandesas são essenciais para sua obra. Um de seus mais famosos livros foi Ulisses. Arthur Guiness e James Joyce são famosíssimos na cidade e tudo leva o nome deles.
Há um Museu com tudo sobre James Joyce que reúne materiais biográficos sobre a vida e a obra do escritor: 35 Great North George Street. A entrada custa 5 euros.
Dublin é cortada pelo Rio Liffey, e é banhada pelo mar. Ao norte fioca a área mais "feinha" da cidade, ao sul ficam os bairros mais charmosos.
Chegando em Dublin, pegue o ônibus expresso (airlink) do ponto 1, logo na saída do aeroporto. Custa 6 euros e pára em vários pontos da área central. O motorista ajuda a escoher o melhor local para se descer. Também pode-se pegar o ônibus urbano 41, que custa 2 euros, que fica ao lado do airlink, mas não sei dizer a frequência de saída deles.
Dublin não tem metrô, mas sim o chamado trem aéreo. De qualquer forma, prefira andar de ônibus, eles alcançam mais lugares turísticos do que os trens áereos, além de serem mais baratos (o passe de 1 dia custa 6 euros). Bicicletas também ajudam bastante pra conhecer a cidade, mas não tentei fazer isso no inverno. Soube de um site que se pode alugar bicicletas: www.irishcyclehire.com, e dá pra retirar a bicileta em Dublin e devolver em outra cidade da Irlanda, por exemplo.
Visite a St. Patricks Cathedral, que é o símbolo da religiosidade irlandesa, construída no séc. V e reformada pelos normandos 4 séculos depois. Foi onde St. patrick batizou os primeiros irlandeses cristãos.
Obs: A crença popular atribui a St. Patrick o desaparecimento das cobras da ilha onde fica a Irlanda, sendo a razão de em algumas gravuras do santo ele aparecer esmagando esses animais com seu cajado. Explicava a Santíssima Trindade utilizando o trevo de três folhas, e por isso o mesmo tem papel importante na cultura Irlandesa (se vê trevos por todo o lugar!). A imagem do crucifixo era relacionada com a morte, o que tornava a conversão repulsiva à população, que a época tinham crenças celtas e veneração a Deuses "pagãos". O trevo lá é chamado Shamrock. St. Patrick faleceu no dia 17 de Março, e por esse motivo que a famosa festividade do St. Patrick's Day é celebrada nesta data, em homenagem a ele.
Uma dica de Hotel é o Glen Guest House. Quando eles perguntarem se você quer o café da manhã completo, pense bem se você está com muita fome! Porque o café completo é um almoço e tanto, não dá pra comer tudo! Tem feijão, bacon, ovos, bife, linguiça, batatas, sem falar dos produtos triviais do café da manhã, queijo, iogurte, leite, café, pão, manteiga. Os quartos são novos, aconchegantes, e tem até cafeteira e chás em saquinhos. Os atendentes são muito atenciosos, as toalhas novinhas e fica a duas quadras da O'Connel avenue, onde facilmente se pega ônibus, até mesmo o citytour, pois é uma rua que liga o eixo sul ao eixo norte.
Descendo a rua, na esquina, há um Pub muito legal, Oshea's Bar & Music. Depois do show do James Blunt, pegamos o táxi e estávamos indo pro Hotel, quando passamos em frente a esse pub, super animado! Tinha música ao vivo tipicamente irlandesa, e a Guiness estava com preço ótimo! Mas atenção, quando você pedir sua Guiness no bar do pub, aguarde o barman liberar seu copo, mesmo que ele deixe-o parado na sua frente. É uma espécie de ritual irlandês, já que enquanto o nitrogênio não se misturar completamente, você está proibido de beber. Obviamente não sabíamos disso e levamos uma bronca do barman, num inglês meio enrolado/bêbado. Vale a pena! Ah, e eles tem um hotel junto ao bar!
Endereço do Glen Guest House: 84 Lower Gardiner Street
Endereço do Pub Oshea's Bar & Music: 19 Talbot St.
O nosso principal passeio em Dublin foi na Fábrica da Guiness, onde ficamos quase duas horas passeando pela fabrica, onde se pode ver todo o processo de produção da cerveja. Depois fomos até a degustação... ainda bem que tem vários banheiros pelos corredores! Também ganhamos nosso diploma de apreciadores da Guiness, com foto e tudo! A Guiness Brewery fica na Market Street, fica aberta das 09:30 até as 17:00 h.
Para os que preferem o uísque, visite a Old Jameson Distillery, destilaria do famoso uísque Old Jameson. O tour dura uma hora, e no final há uma pequena degustação. Endereço: Bow Street (Ver no Google Maps).
Depois disso, fizemos um city tour pela cidade pois não teríamos tempo de andar a pé naquele dia... uma pena porque os lugares sao lindos.. e antiguissinos! Tirei uma fotinho ao lado da estátua do James Joyce, o famoso escritor irlandês. Embora ele tenha vivido fora da Irlanda a maior parte da vida, suas experiências irlandesas são essenciais para sua obra. Um de seus mais famosos livros foi Ulisses. Arthur Guiness e James Joyce são famosíssimos na cidade e tudo leva o nome deles.
Há um Museu com tudo sobre James Joyce que reúne materiais biográficos sobre a vida e a obra do escritor: 35 Great North George Street. A entrada custa 5 euros.
Dublin é cortada pelo Rio Liffey, e é banhada pelo mar. Ao norte fioca a área mais "feinha" da cidade, ao sul ficam os bairros mais charmosos.
Chegando em Dublin, pegue o ônibus expresso (airlink) do ponto 1, logo na saída do aeroporto. Custa 6 euros e pára em vários pontos da área central. O motorista ajuda a escoher o melhor local para se descer. Também pode-se pegar o ônibus urbano 41, que custa 2 euros, que fica ao lado do airlink, mas não sei dizer a frequência de saída deles.
Dublin não tem metrô, mas sim o chamado trem aéreo. De qualquer forma, prefira andar de ônibus, eles alcançam mais lugares turísticos do que os trens áereos, além de serem mais baratos (o passe de 1 dia custa 6 euros). Bicicletas também ajudam bastante pra conhecer a cidade, mas não tentei fazer isso no inverno. Soube de um site que se pode alugar bicicletas: www.irishcyclehire.com, e dá pra retirar a bicileta em Dublin e devolver em outra cidade da Irlanda, por exemplo.
Visite a St. Patricks Cathedral, que é o símbolo da religiosidade irlandesa, construída no séc. V e reformada pelos normandos 4 séculos depois. Foi onde St. patrick batizou os primeiros irlandeses cristãos.
Obs: A crença popular atribui a St. Patrick o desaparecimento das cobras da ilha onde fica a Irlanda, sendo a razão de em algumas gravuras do santo ele aparecer esmagando esses animais com seu cajado. Explicava a Santíssima Trindade utilizando o trevo de três folhas, e por isso o mesmo tem papel importante na cultura Irlandesa (se vê trevos por todo o lugar!). A imagem do crucifixo era relacionada com a morte, o que tornava a conversão repulsiva à população, que a época tinham crenças celtas e veneração a Deuses "pagãos". O trevo lá é chamado Shamrock. St. Patrick faleceu no dia 17 de Março, e por esse motivo que a famosa festividade do St. Patrick's Day é celebrada nesta data, em homenagem a ele.
Uma dica de Hotel é o Glen Guest House. Quando eles perguntarem se você quer o café da manhã completo, pense bem se você está com muita fome! Porque o café completo é um almoço e tanto, não dá pra comer tudo! Tem feijão, bacon, ovos, bife, linguiça, batatas, sem falar dos produtos triviais do café da manhã, queijo, iogurte, leite, café, pão, manteiga. Os quartos são novos, aconchegantes, e tem até cafeteira e chás em saquinhos. Os atendentes são muito atenciosos, as toalhas novinhas e fica a duas quadras da O'Connel avenue, onde facilmente se pega ônibus, até mesmo o citytour, pois é uma rua que liga o eixo sul ao eixo norte.
Descendo a rua, na esquina, há um Pub muito legal, Oshea's Bar & Music. Depois do show do James Blunt, pegamos o táxi e estávamos indo pro Hotel, quando passamos em frente a esse pub, super animado! Tinha música ao vivo tipicamente irlandesa, e a Guiness estava com preço ótimo! Mas atenção, quando você pedir sua Guiness no bar do pub, aguarde o barman liberar seu copo, mesmo que ele deixe-o parado na sua frente. É uma espécie de ritual irlandês, já que enquanto o nitrogênio não se misturar completamente, você está proibido de beber. Obviamente não sabíamos disso e levamos uma bronca do barman, num inglês meio enrolado/bêbado. Vale a pena! Ah, e eles tem um hotel junto ao bar!
Endereço do Glen Guest House: 84 Lower Gardiner Street
Endereço do Pub Oshea's Bar & Music: 19 Talbot St.
1 de fevereiro de 2008
Mochilão por Paris e Versailles!
Paris, além de ser a cidade luz, é a cidade que mais me inspira. É aqui que vejo tantos cafés (e eu AMO cafés), floriculturas, lojas de chapéus, tudo arrumado com tanto cuidado que às vezes vale até entrar pra apreciar e ir embora. Dessa vez pude visitar, com sobra de tempo, a catedral de Notre Dame, uma das mais antigas catedrais góticas, e que tornou-se o modelo ideal de catedral gótica para a época.
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